Publicado por: vivimacedo em: outubro 28, 2011
Enquanto a letra da marchinha de carvanal, composta por Aldacir Louro A. Marins e Macedo, dizia “recordar é viver…” eu digo Inovar é viver.
A Revista Época Negócios de out/2011 trouxe o tema como capa, e na matéria apresentou o ranking das empresas que mais inovaram no Brasil.
O ranking elaborado pela consultoria A.T.Kearney e por Época Negócios, tem como base a pesquisa Best Innovator, realizada desde 2003 e que considera, para pontuação final, quatro dimensões de inovação, com diferentes pesos: estratégia (28%), processos (27%), organização e cultura (25%) e estrutura e suporte (20%).
No ano de 2011, segundo o estudo, a Basf, com a marca de tintas imobiliárias Suvinil, foi a campeã. Segue a seguir o ranking das 10 primeiras:
Outro estudo – Global Innovations 1000 – divulgado pela consultoria Booz & Company e veiculado no Estado de S.Paulo de 25/10/11, – aponta que o Brasil continua investindo pouco em inovação. Dos US$ 550 bilhões investidos por todas as companhias do mundo em pesquisa e desenvolvimento durante 2010, a fatia do Brasil representa 0,38% ( US$ 2,1 bilhões) do total. Entre as mil empresas que mais inovam no mundo, somente 5 são brasileiras: Petrobrás (119ª), Vale (133ª), CPFL Energia (705ª), Totvs (807ª) e Embraer (924ª). São as 10 mais inovadoras, segundo a pesquisa Global Innovations:
Há também o ranking das empresas mais inovadoras do mundo divulgado pela revista Forbes, que traz, dentre as 10 mais, a brasileira Natura como a 8ª no ranking, conforme lista a seguir:
Independentemente do ranking e da metodologia utilizada pelos estudos, a Inovação, tema presente na mídia e em discussões empresariais, é uma das funções básicas de uma empresa e não está sendo considerada da forma como deveria por muitas empresas.
Para que a inovação ocorra é necessário que haja organização, estruturação, estímulo, investimento e, principalmente, pessoas capacitadas para desenvolvimento da cultura nas empresa, através de ferramentas e metodologias próprias. Além disso, importante ter sempre em mente o que Drucker nos ensinou: “uma empresa só inovou, de verdade, quando o cliente reconheceu, valorizou e se dispôs a pagar”.
Comentários